Apelo junino

Ei, vamos dançar de novo aquela quadrilha? Prometo que agora não vou lhe decepcionar. Da primeira vez me comportei mesmo como um matuto, deixando você sozinha no salão. De nada adiantou o cachimbo, o cornimboque e o bigode com que me adornaram para parecer um cabra da peste. Tudo aquilo era postiço; verdadeiro mesmo sóContinuar lendo “Apelo junino”

Lembrando Ruth

Este é meu primeiro Dia das Mães sem ter a quem presentear. Dei-me conta disso quando, no shopping, Denise escolhia um presente para a minha sogra e, súbito, me veio o pensamento: “O que vou comprar para mãe?” Ela morreu em dezembro, por que então cogitar de presenteá-la? A psicanálise diria que a morte aindaContinuar lendo “Lembrando Ruth”

Por que o livro é o melhor amigo do homem?

Motivos não faltam. – Ele nos acompanha para onde a gente vá. – Independentemente do dia, do lugar ou do clima, está sempre disposto a se abrir para nós. – Desde que a gente o observe com atenção, não nos deixa sair da linha. – É capaz de contar histórias sérias ou divertidas, mas tambémContinuar lendo “Por que o livro é o melhor amigo do homem?”